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Mensagens

A mostrar mensagens de Outubro, 2014

Quase, quase...

Sabem aquele entusiasmo de quem está quase quase a embarcar num avião e partir para um destino com o qual já sonhava há muito? Pois... é isso que estou a sentir.

Museu Berardo

O Museu Berardo é um dos museus mais cool de Lisboa. Se arte moderna e contemporânea for um prazer, este local é de passagem obrigatória. Eu gosto de pôr lá os pés regularmente pois além de ter entrada gratuita, existem sempre exposições temporárias e mesmo na exposição permanente é possível ver obras diferentes. Desta vez, deliciei-me com as obras de Piet Mondrian, para muitos as obras não têm nada de especial mas gosto sobretudo das cores usadas e Andy Warhol, deste gosto em particular pois gosto de pop art e tudo o que tenha a ver com cultura pop.
Piet Mondrian
Caixas Brillo, Andy Warhol
Campbell's, Andy Warhol
Judy Garland, Andy Warhol

[De Setúbal com Amor]

Com Setúbal já aqui ao lado, aproveitei 2 dias de folga e passeei até fartar. Passei pela Praia dos Galapinhos, na Arrábida, mar sem ondas e a temperatura da água um bocadinho fria mas não pior do que no Verão e aproveitei e dei algumas braçadas. O sol, ainda quente e muito agradável, aqueceu a pele a armazenou mais vitamina D. 
Depois, foi a vez de pegar no carro e andar uns quilómetros até chegar à terra do Sado. Setúbal encontra-se colorida devido ao porto com os seus barcos e vista do Forte de São Filipe tem um encanto ainda mais especial. Deixo algumas fotografias. 

Panorâmica da Serra da Arrábida
Praia dos Galapinhos, Arrábida
Porto de Setúbal #1
Porto de Setúbal #2
Porto de Setúbal #3
Porto de Setúbal #4
Vista do Castelo de S. Filipe de Setúbal

[With love]

Estava na Costa de Caparica, quando ao virar de uma esquina bem próximo do Parque Central, em cima de um banco de rua, estavam três livros. Um deles era este "Saint-Exupéry, Príncipe dos Pilotos" de Michel Mannoll, escritor francês. A pessoa que deixou ali aqueles três livros não poderia adivinhar que, deixando lá esta obra em especial, ia fazer outra pessoa sorrir. Trouxe-o para casa. Ainda não o li mas já o guardei num cantinho especial.

Small Plates

Este vídeo foi criado The New York Times em que nos apresentam uma série de miúdos que vão pela primeira vez a um restaurante luxuoso. É vê-las a descobrir novos sabores e pratos gourmet...

Lx Factory, Lisboa

Ainda não tinha ido ao Lx Factory. Eu sei: shame on me mas ainda não me tinha ocorrido que uma visita àquele espaço pudesse ser tão divertida. Já foi um espaço industrial e hoje, já recuperado, contém as lojas e os restaurantes mais originais de Lisboa Comecei pela livraria Ler Devagar. Aquelas paredes cheias até ao tecto deliciaram-me e as invenções do sr. Pietro são demais. Todas as suas teorias desencadearam as engenhocas mais loucas. Adorei ouvi-lo e ele "obrigou-me" a soprar para a máquina do vento. Quando a engenhoca começou a funcionar com todas aquelas rodinhas e luzes, achei que tinha feito magia. Este espaço foi em tempos uma gráfica onde se imprimiram os primeiros exemplares do jornal Expresso. Ainda lá há uma impressora gigante e podemos passear junto a ela ou permanecer por lá a ler livro ou a fazer um lanche. A seguir foi vez de visitar as muitas lojas de design que por ali se encontram. A Kare foi uma delas. Já conhecia o conceito da loja mas gosto sempre de ver…

[A minha nova paixão musical]

Este LO-Fang é das melhores coisas que ouvi nos últimos tempos. Oiçam senhores oiçam!

[My eyes on you]

"Música para os meus Olhos"

Quando ficamos com uma música na cabeça ficamos o dia inteiro a trauteá-la e é horrível pois parece que não conseguimos pensar em mais nada. Joana Rodrigues a mentora do projecto "Música para os meu olhos", tornou as letras de canções famosas em representações gráficas e o resultado é que se segue. Através do seu site também podemos ver o seu trabalho completo.


[Sobre os smartphones]

Instalei uma câmara fisheye no telemóvel e ando a descobrir aplicações divertidas. Outra delas é o Lapse it, que vai tirando fotos e conseguimos fazer um vídeo em stop motion.

Foto com câmara fisheye

[***]

Musical Cats

Fui ver o Cats ao Campo Pequeno. O espectáculo começava às 16h mas meia-hora antes já a fila para entrar era enorme. Este musical já está em cena desde 1981 portanto só pode ser coisa boa. E é. Andrew Lloyd Webber foi quem orquestrou o show  edurante 18 anos não saiu da Broadway. A música de maior sucesso é Memory que toda a gente conhece e usou diversos poemas de T.S. Elliot sobre gatos.
Cats fala sobre a comunidade Jellicle onde se encontram várias personalidades felinas e nos dá a conhecer as suas tropelias e aventuras. Tudo se pasa durante o Baile Jellicle
O cenário do espectáculo é muito simples, tem uma lua cheia que brilha durante o tempo todo e um jogo de luzes interessante. Rum Rum Tugger foi o gato de que mais gostei por ser extrovertido e um verdadeiro garanhão, as gatinhas ficavam loucas com a presença dele. Havia também um gato mágico e os gatos mais velhos.
As músicas fazem-nos querer ir para o palco fazer parte do espectáculo e andar por ali a distribuir festinhas naquele…

"Armados em Polícias"

Não me imaginava a ir ver um filme destes ao cinema mas a vida levou-me a isso e não posso explicar os pormenores. A ética não o permite. Mas lá fui à última sessão ver "Armados em Polícias", filme bem ao estilo de Domingo à tarde de um qualquer canal privado. Aqui, dois amigos fazem-se passar por polícias e o que é certo é que conseguem atrair as atenções das miúdas e impor respeito nos civis. Passam por tantas situações bastante caricatas o que me arrancou diversas gargalhadas bem sonoras. Fingir ser polícia mudou-lhes a vida e tornou-se na aventura mais perigosa e entusiasmante destes dois rapazes. O que é certo é que são mesmo bem sucedidos (oh, really?!) e continuam a ser os melhores amigos...
Um filme que nos deixa bem-dispostos mas que a seguir já não lembramos quase nada. Trata-se de um filme para ver com amigos numa noite descontraída quando não há nada melhor para fazer. Como é que é possível filmes deste género chegarem às salas de cinema, sequer?

Os gatos não têm vertigens

"Os gatos não têm vertigens", de António Pedro Vasconcelos, é um filme com potencial. Teria potencial se o argumentista e realizador não se alongassem em cenas desnecessárias. por exemplo o funeral de Joaquim, personagem de Nicolau Breyner. Acabou o trailer por ter mais acção do que o próprio filme. Acabaram os diálogos entre Rosa e Jó por ser mais breves o que aquilo que eu gostaria. Poderia haver mais diálogo entre estes dois belos personagens e desenrolar ali a amizade cúmplice entre eles. Haveria potencial para mais. Potencial à semelhança do francês Amélie Poulain. Mas estamos no bom caminho. Acredito que fazemos bom cinema sem termos que entrar naqueles clichés tão óbvios. E este filme é um bocadinho óbvio como o romance final. Jó encontra uma miúda especial mas teria sido mil vezes melhor se isso não tivesse acontecido. Foi completamente desnecessário e até forçado. Num filme que foca a amizade entre duas gerações distintas para quê complicar com um enredo amoroso?
É u…

*

Ah, tão bom em pleno dia de Outono, apanhar um solinho simpático.


Lisa Congdon 2014®

Acho que me apaixonei por esta senhora...

Aventuras na piscina #24

Enquanto hoje me dirigia para a piscina sozinha ia a pensar se não existirão fatos-de-banho de natação francamente giros. O meu fato-de-banho é uma coisa simples preta e sem-graça comprada na Decathlon, essa superfície comercial que além de ser a melhor loja de desporto a nível nacional tem uma oferta imensamente variada com acessórios para as mais diversas modalidades. O meu é exactamente igual na imagem que se segue. O que torna o conjunto mais divertido é a minha touca rosa e os meus chinelos vermelhões. Eu sei que é para andar dentro de água e que não vale a pena tanta cor e tanta "gireza" mas eu gosto realmente de coisas coloridas. O preto é óbvio demais.

Tenho andado a ver se encontro um fato-de-banho a um preço acessível mas assim divertido como mostram estas meninas aqui em baixo. Acho que já merecia uma coisa gira como o fato-de-banho amarelo com  o smiley. É todo o meu espírito. Mas nada a fazer, só encontro nas lojas nacionais coisas mixurucas ou pretas ou azuis ou…

[Das minhas viagens]

Em breve, mais um guia se irá juntar a esta minha singela colecção. Façam figas.